Algumas repetições são necessárias. Seja pela beleza da via, seja pela dificuldade (ou falta de), seja pelo motivo que for. No caso do Frey, nada melhor que aclimatar entrando em duas vias clássicas na agulha que dá nome ao lugar e ao refúgio.
Agulha Frey (La Frey)
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| Um dos muitos croquis encontrados no guia de escalada da região do refúgio E. Frey. |
Esta agulha representa bem o que há de melhor para um escalador fazer naquele lugar. Com vias de até 100 metros, ela é a porta de entrada para qualquer escalador. Na verdade, não escalar nesta agulha fica faltando alguma coisa.
As vias que fiz e que teria um enorme prazer em repetir, sem sombra de dúvida são:
- Sifuentes-Weber, 100m, 5+
- Diedro de Jim, 50m, 5
A primeira via escalei na temporada de 2010, com o Edu Mora. Veja o relato no post Sifuentes-Weber 100m 5+, Agulha Frey, Frey. A segunda escalamos na mesma viagem. Estas vias são muito repetidas, chegando a fazer fila na base da parede. Na via também podem ocorrer encontros, dado o grande número de escaladores fazendo a via. De qualquer forma, é imperdível.
E, juntando fatos como: esta é a agulha mais próxima do refúgio, as vias são muito bem protegidas, linhas clássicas e bem repetidas, paradas apropriadas para rapel, e minha parceira - Camila Armas - que ainda não escalou alí, temos bons motivos para escalar La Frey. E quem sabe buscar outras linhas igualmente bonitas nestas paredes.
Referência do croqui: http://pataclimb.com/climbingareas/frey/torres/frey.html

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